Fumar na gravidez

Fumar na gravidez
Para uma mulher fumante não deve ser nada fácil largar o vício, mesmo em momentos em que fazê-lo é tão urgente como no caso de ficar grávida. E embora o hábito ofereça sérios riscos ao bebê, muitas futuras mamães continuam fumando. Mas quais são exatamente esses riscos?
O tabaco reduz o oxigênio que chega ao feto, e isso além de fazê-lo sofrer tem como conseqüência deficiência em certos nutrientes, baixo peso ao nascer, complicações no parto, retenção de líquido na grávida, entre muitos outros.
Os milhares de substancias toxicas que o cigarro possui podem induzir a má formações, problemas respiratórios, deficiência mental, entre outros. Esses riscos existem inclusive se a grávida diminui a dose de cigarro (estratégia que muitas adotam).
Claro que largar o cigarro não é algo que se consiga da noite para o dia, e por isso o recomendável é que a fumante planifique a gravidez, de tal forma de messes antes ir fumando cada vez menos de tal forma que ao engravidar não seja tão chocante deixar de fumar. Procurar ajuda de médicos e psicólogos é muito válido.
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Para uma mulher fumante não deve ser nada fácil largar o vício, mesmo em momentos em que fazê-lo é tão urgente como no caso de ficar grávida. E embora o hábito ofereça sérios riscos ao bebê, muitas futuras mamães continuam fumando. Mas quais são exatamente esses riscos?

O tabaco reduz o oxigênio que chega ao feto, e isso além de fazê-lo sofrer tem como consequência uma deficiência em certos nutrientes, baixo peso ao nascer, complicações no parto, retenção de líquido na grávida, entre muitos outros.

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Aborto espontâneo e aborto induzido

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O aborto é a interrupção, provocada ou não, da gravidez pela morte do feto ou do embrião. É considerado aborto a expulsão do feto que tenha menos de 0,5 kg ou 20 semanas de gestação. Após 180 dias já é considerado um parto prematuro.

Aproximadamente 25% das gestações terminam em aborto espontâneo ou involuntário, ocorrendo geralmente no primeiro trimestre e ocasionado por distúrbios genéticos e por fatores ambientais. No segundo trimestre de gestação, o aborto espontâneo ocorre normalmente por incontinência do colo uterino, mal formação uterina, insuficiência de desenvolvimento uterino, fibroma, infecções do embrião e outros.

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